Segurança digital
Segurança virtual em pequenas e médias empresas: é preciso definir regras
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Estudo mostra que 48% das empresas brasileiras já perderam algum tipo de dado confidencial ou proprietário nos últimos meses
Já é fato incontestável há um bom tempo que os investimentos em segurança da informação estão na lista de prioridades dos CIOs de grandes corporações. A mesma preocupação, felizmente, já começa a ser replicada para o mercado de pequenas e médias empresas (PMEs). No entanto, ainda é necessário que se percorra um longo caminho para que as companhias desse porte estejam de fato prontas para lidar com a questão da segurança virtual. Para que isso evolua, as empresas terão que se conscientizar da necessidade não só de novos investimentos em soluções e ferramentas de segurança, mas também da criação de uma cultura entre funcionários e colaboradores para que sejam evitadas condutas que possam propiciar ataques e invasões virtuais.
Existem diversos estudos mostrando que as ameaças cibernéticas têm crescido significativamente entre as empresas brasileiras, de todos os tipos e tamanhos. Esses ataques, em grande parte, têm como objetivo o roubo de informações, incluindo dados de contas bancárias ou cartões de crédito. O Relatório Symantec 2010 sobre Segurança da Informação nas Empresas mostra que as empresas da América Latina perdem mais de US$ 500 mil por ano em decorrência de ataques virtuais. Realizada em janeiro deste ano, a pesquisa aponta que 49% das companhias latino-americanas foram alvo de algum tipo de ataque pela rede nos últimos 12 meses e que 48% das empresas brasileiras já perderam algum tipo de dado confidencial ou proprietário nos últimos meses.